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segunda-feira, 15 de setembro de 2008

Machado de Assis no Museu da Língua Portuguesa!

Simmmmmmmmm, fui ver a exposição do Machado de Assis no Museu da Língua Portuguesa!

Na verdade, o sábado 23 foi bem intenso e a visita ao museu foi só uma parte do dia:

Fui de manhã para São Paulo, para participar do projeto "Educando o Futuro", da Abeuni (Aliança Beneficente Universitária), que consiste em visitar dois abrigos, de 15 em 15 dias. No dia 23, era a vez de visitar o Abrigo Santana. Foi uma experiência muito boa para mim, porque gosto de crianças e nunca tinha feito trabalho semelhante. Quando entramos pelo portão, as crianças nos abraçavam e falavam: "tio, tio", "tia, tia"... neste dia, os coordenadores do projeto (chama-se "Comissão Novo Mundo") tinham preparado uma atividade sobre cores. Assistimos a um vídeo sobre cores, e depois as crianças pintaram com guache. Esse é um projeto contínuo que visa, principalmente, estimular a criatividade das crianças. Gostei muito!

Depois, fui para o Museu da Língua Portuguesa. Foi minha segunda visita lá (aos sábados, a entrada é grátis e, pela segunda vez, estava relativamente vazio); a primeira vez, fui ver a exposição da Clarice Lispector (que amei!). A exposição do Machado está boa; gostei muito da parte chamada "Delyrios", que me lembrou "Alice no País das Maravilhas". Desta vez, sentei e assisti aos 4 documentários projetados ao longo do corredor do segundo andar (onde fica a exposição permanente do museu), que falavam sobre língua e cultura brasileira. E entrei novamente no "Beco das Palavras" (poemas são recitados enquanto figuras são projetadas no teto e nas paredes - é uma experiência incrível!).

Enquanto estava lá, entrei em contato com a Va(nessa), uma amiga por correspondência catarinense, desde 2000 (ou por aí), que estava em São Paulo em um congresso de jornalistas. O congresso aconteceu no hotel Novotel no Anhangabaú, onde eu nunca tinha estado (e não gostei muito de estar, porque fiquei com muito medo!). Esperei um pouco do lado de fora, depois, quando começaram a sair algumas pessoas, perguntei para uma mulher sobre o congresso e ela me falou para descer as escadas que o congresso estava acontecendo numa sala lá embaixo. Fui descendo e procurando a Va. Achei logo e ela estava tomando o coffee break; não me reconheceu logo de cara - foi engraçado! Mas depois subimos para o hall para conversar. Também conheci o namorido dela. Além de ter conhecido um outro jornalista, que achei bacana, mas, pelos e-mails que vem me mandando, talvez não seja muito são e, por eu ter medo, vou me afastar. Os e-mails são confusos, têm erros de digitação/português (ele é jornalista!, ou pelo menos se disse ser), eu não entendo, e demonstram uma carência profunda. Ele me pareceu uma pessoa interessante, achei legal ele ter me acompanhado até o metrô (meu anjo aquela noite), mas o tipo de e-mail que ele me manda, me assusta - parece que quer, a todo custo, chamar minha atenção e pede sempre para eu ligar (hein?!?!). Para mim as coisas têm de ser construídas aos poucos, "com calma e elegância", como diria um colega de faculdade, e me sinto acuada quando as pessoas dizem gostar de mim mesmo sem me conhecer direito.

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