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domingo, 16 de agosto de 2009

Status: a mais sociável

Estou em uma fase muito sociável, aproveitem! =)

Hoje fui a uma feira boliviana que acontece aos domingos, das 11h às 19h, na Praça Kantuta. Para se chegar lá, é só descer na estação Armênia e andar algumas quadras. Quem deu a dica foi a Lu, e ela que foi comigo (leia-se: eu a intimei a ir comigo). Foi muito legal revê-la, fazia bastante tempo que não nos encontrávamos. Pra variar, está fazendo mil coisas ao mesmo tempo (é sagitariana também! =), disse que vai me chamar para a próxima aula de dança circular dela - eu nem sabia que isso existia!

Na feira, comemos uma refeição bastante balanceada: frango frito, macarrão e batata frita com ketchup e maionese (meu deos!) e bebemos chá de canela e cravo com pêssego gelado - muito bomm! E eu trouxe uma garrafinha do tal chá para beber mais tarde em casa. Devia ter tirado uma foto do chá servido lá... eles colocam um pêssego estranho no copo e ele vai para o fundo - me lembrou um pouco umas peças do laboratório de anatomia que ficavam conservadas em formol, dentro de um vidro (haha!). Comi o prato enorme e tomei 2 copos de chá (500 ml cada) e tudo isso deu R$ 10 (refeição: R$ 8 + R$ 2 por dois copos de chá). Ouvi espanhol, ouvi música andina, li cartazes em espanhol nas barracas. Definitivamente, quero conhecer a Bolívia.

Sábado fui almoçar com as meninas da facu (tradução), Marinex, Fer e Perê (que veio de São José), no Bar Brahma, no cruzamento entre a av. Ipiranga com a av. São João (oi, Caetano!). Não é muito a minha cara, mas foi legal rever as meninas! Tinha samba ao vivo e elas disseram que o samba é do bom - então, para quem gosta, vale a pena. Para mim, dá igual, não gosto nem desgosto. Para quem for, prepare os bolsos: só para entrar paga-se R$ 30 e os pratos e bebidas são caros. Talvez valha a pena ir mais para happy hour e não para fazer refeições... Ah, depois, dois carinhas quiseram juntar a mesa com a nossa, comecei a ficar entediada-irritada com a conversa de um deles (já bebinho) e resolvi vir embora, as meninas ficaram lá por mais tempo. Depois vou querer saber o desfecho da história. Rá!

Quinta fui encontrar a Dri, que estava por aqui para renovar o visto para os EUA. Nos encontramos no Center 3, comi comida árabe no Latife (oi, Crisão!) e depois ficamos no Starbucks desse shopping - tomei um "Mocha", que eu achei que era leite com chocolate gelado, mas era um tipo de café... fazia, sei lá, mais de dez anos que eu não tomava café e de madrugada me deu dor de estômago (daí lembrei por que não tomo café!, então é isso: nunca mais tomo café). Foi legal encontrá-la, nem lembro quando tinha sido a última vez em que nos encontramos...

Segunda passada fui conhecer pessoalmente a Sol, que eu conheci "virtualmente" no Leskut. Ela também é japonesa e também trabalha em uma editora, como divulgadora de livros infantis. A gente ia comer em um restaurante árabe na rua Augusta, mas ele não abria (não abre) às segundas, então fomos para um restaurante mexicano, o Tollocos, que fica ali perto - onde eu já tinha ido com a Crisinha e a Ana, no ano passado. E depois fomos para a Livraria da Vila da Alameda Lorena (tem várias em São Paulo), onde ela trabalhou por um tempo. Muito linda a livraria! Aí fomos para a parte mais legal, a infantil! Tinha uns puffs coloridos e ela me mostrou vários livros incríveis - foi quando me apaixonei pela Cosac Naify (onde vou trabalhar um dia! Write it =). Ela disse que também era o sonho dela trabalhar nessa editora, mas que agora estava feliz, porque está em uma editora muito bacana. Entre os livros que ela me mostrou, estava o "Fico à espera...", traduzido pelo Marcos Siscar, que foi meu professor de Teoria do Poema (acho que era esse o nome da matéria - como professor é um ótimo poeta/tradutor... não lembro bem das aulas dele, só que falava baixinho e me dava muito sono...) - foi legal ver o nome dele e também uma breve biografia no fim do livro (é o primeiro livro que vi que tinha a biografia do autor, do ilustrador e do tradutor!). Outro dia também vi o nome do Álvaro Hattner no crédito de algum livro meio pop, acho que foi no início da carreira dele; com o Álvaro tive aula de "Introdução às normas de tradução" no primeiro ano e o pessoal do inglês teve a sorte de ter aula de literatura norte-americana, se não me engano, com ele nos anos seguintes, mas ele eu já sabia que era tradutor atuante (como diria a Fer: "eu acho o máximo tradutores que traduzem!"... haha! - porque quase todo mundo que se forma em tradução vai fazer qualquer outra coisa que provavelmente dê mais dinheiro). A Sol e eu temos uma amiga em comum, a Lah, que ainda não conheço pessoalmente, aí ficamos de marcar de sair nós três qualquer dia. Até que tem gente bacana nesses sites de relacionamento... estou conseguindo fazer novas amizades com pessoas totalmente diferentes de mim e entre si e isso me empolga! =) Meu lado sociável está gritando... =D

E meu fim de semana já está quase no final. Depois que voltei da feira boliviana, acendi um incenso de maçã verde e vim traduzir astrologia, mas não consegui render muito...

Amanhã a tensão pré-bienal recomeça. Mas estamos aí, pro que der e vier.

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