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quinta-feira, 25 de fevereiro de 2010

Evil Aline, a nova fase

Bom, dando início à minha nova fase profissional, hoje já apliquei um pouco do pulso firme que decidi que preciso ter com os tradutores/revisores lá da editora.

Fiz um trato com um tradutor no começo do ano, mandei um e-mail hoje, ele respondeu e eu não gostei da resposta. Não gostei do tom e nem da desculpa. Me senti uma palhaça e lembrei de duas coisas:

1. Não tenha dó das pessoas e você vai diminuir em pelo menos 50% os seus problemas (dica da Cris, pela qual ela "nem cobrou" =);

2. Nunca abra exceções, porque, se você fizer isso, vai ter que fazer isso sempre e para todo mundo - vai acabar virando regra e as pessoas vão se acostumar e exigir que as coisas sejam feitas do jeito que elas querem (dica do Vitor, amigo ex(?)-dentista lá do convênio, porque uns dentistas conveniados eram MUITO folgados).

Aí já respondi imediatamente e à altura. Dei a entender que não tinha gostado nada da postura dele e esperava que ele cumprisse a parte dele do trato, porque eu tinha aberto uma exceção (por questões de saúde dele) - é bem nisso que dá ouvir meu lado humano/ser legal: só me fodo mesmo. Sinceramente, não sei o que as pessoas pensam. Bom, esse já vai pra minha lista negra de tradutores. É bizarro ter que "chamar a atenção" de pessoas com o dobro da minha idade e que, só de profissão, devem ter o que eu tenho de idade!! Mas, chega, sabe? Não vou mais ser legal com quem não merece e tudo bem se me acharem uma "bitch", eu nem me importo, desde que me entreguem os trabalhos no prazo! E, dica da Sol: da próxima vez que alguém começar a atrasar demais a entrega, vou ligar lá e falar: "Meu filho, o prazo já estourou em dois anos, se você não me entregar isso logo, corto seu pau!"... hahaha, a Sol sempre tem umas saídas inventivas pros meus problemas. Ou, quando me ligarem falando que não vão entregar na data prevista, vou responder: "Você prefere morrer enforcado(a) ou decapitado(a)? Pode até escolher!".

2 comentários:

Crisão disse...

Não seja por isso, vou te cobrar um jantar, então.

Ser carrasca com prestadores é necessário pra sobrevivência. E um exercício d q o rspeito sempre deve ser mútuo!

bjs

aline naomi disse...

=D

Olha, estou aprendendo a desenvolver minhas habilidades com pessoas, viu? E a paciência também.

Uma coisa que eu adoro em ser tradutora: eu, o silêncio, o texto, a tela e mais ninguém. Acho que não sou muito boa para trabalhar com pessoas... ou pelo menos não com pessoas FOLGADAS (que eu deixo folgar, aliás).

Beijos!