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quarta-feira, 10 de fevereiro de 2010

Pow Wow Floripa!

Já ouviram falar do Proz.com? Que eu saiba, é o maior e o melhor site para tradutores do mundo. Eu me cadastrei lá faz uns bons anos e atualmente uso mais pra pedir segundas opiniões sobre tradução de termos de filosofia ou de física ou de temas que não domino de livros lá da editora... e os tradutores são muito legais, ajudam muito! (Sim, uma dia vou retribuir tudo isso...)

Bom, aí, entre outras coisas legais, tem os Pow Wows, que são encontros informais pros tradutores se conhecerem, fazerem network, trocarem experiências... eu fui em um ano passado ou retrasado em uma cidadezinha lá perto de São José. E ainda ganhei carona de volta pra São José de uma coordenadora de projetos que estava abrindo uma agência de tradução (em São José) na época.

Agora vai ter outro em Florianópolis, no dia 06 de março (de 2010), em algum lugar perto da Lagoa da Conceição, vai ser um almoço. Para quem se interessar, tem mais informações aqui. Quem está organizando esse Pow Wow é a Michelle Aio, da UFSC. Como recebi o convite pra esse Pow Wow por e-mail, escrevi para ela e foi legal - ela parece ser uma pessoa ótima =). Acho que um outro colega que se formou na Unesp de Rio Preto (conheci por acaso, virtualmente, há alguns anos - agora ele está no mestrado na UFSC) também vai e eu queria conhecer todo mundo pessoalmente. Convidei o Rodo (o Rodo eu conheço sei lá há quanto tempo - na época em que eu estava procurando métodos para estudar polonês sozinha, aí, googlando, encontrei ele, que é descendente de poloneses e estudava polonês na época, que me passou umas dicas... com o tempo, sem querer, acho que o influenciei a estudar letras e não jornalismo (tenho medo do meu poder de influência sobre as pessoas!), porque ele achou que tradução tinha mais a ver com ele do que jornalismo... agora já não sei o que ele pensa em fazer depois da faculdade, queria conhecê-lo pessoalmente, seria bacana!). Tem também a Samia em Floripa, que se formou em jornalismo há algum tempo e eu não conheço pessoalmente - a gente trocava cartas quando eu tinha uns 16 e ela, 11 anos =) e isso durou uns bons anos, até que o e-mail dominou as relações e as cartas foram rareando.

Bom, vamos contar as moedas do cofrinho e ver se dá pras passagens e hotel. Seria bom ir pra Floripa...

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