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domingo, 7 de março de 2010

Sobre o Powwow de Floripa


Bom, não vou poder falar sobre os tradutores catarinenses, porque todo mundo que esteve ontem lá era de fora. Pelo que entendi, estão meio de passagem, por algum motivo específico. Mais tempo, menos tempo, todos vão embora dali.

A viagem foi boa. Mal entrei no ônibus na sexta e dormi antes de o motorista sair de São Paulo (devia estar um tráfego intenso, mas não vi nada).

Cheguei sábado de manhã e fiquei dando uma volta perto da rodoviária antes de pegar o ônibus (a Michelle fez um roteiro muito prático para mim!). Tirei algumas fotos. Tinha uns poemas...


Depois peguei um ônibus na rodoviária municipal, que fica ao lado da intermunicipal, desci numa estação errada (pra variar! =P), mas aí foi só esperar um outro bus. E depois foi só descer na estação certa e pegar um outro para a Barra da Lagoa, onde ficava o restaurante. A paisagem era linda!

Eis a mesa do encontro:

Ala esquerda da mesa, lá do fundo para a frente: Reginaldo Francisco, Adriana, Michelle (organizadora!). Ala direita da mesa: Roberta (namo do Francisco - aliás, os dois são ibilceanos, me senti em casa! ;), eu, Bianca e Anita. Foto by Cícero.


A gente no trapiche, depois do almoço. Foto by Cícero.


Cícero e Michelle. O Cícero não é tradutor, é computeiro. Foto by Bianca.

O R. Francisco é de uma cidade perto de Rio Preto, se formou na Unesp/Ibilce e faz mestrado em tradução na UFSC. Eu já conhecia ele porque uma vez recebi um e-mail coletivo, sobre um livro de italiano, que ele ia lançar em coautoria com uma prof. de italiano com quem tive aula na faculdade, aí respondi, perguntando quem ele era. Era colega :), então ficamos em contato.
A Roberta também se formou em Rio Preto, mas em licenciatura, e faz mestrado em literatura na UFSC.
A Bianca é de Curitiba, se formou em licenciatura também (já trabalhou em editora e deu/dá aulas), e está lá para fazer (adivinhem?) mestrado em literatura na UFSC.
A Michelle também se formou em Rio Preto e está lá fazendo mestrado na UFSC.
Se eu fosse maria-vai-com-as-outras, eu diria: também quero fazer mestrado na UFSC!! =D Mas meu sonho ainda é UFRGS! Mestrado em tradução de literatura japonesa. Na UFSC não deve ter. E fora que eu não me animo em morar lá (é praiano demais pro meu gosto!).
(Bom, a minha conclusão é que se a UFSC um dia desaparecer, Floripa também some.)
A Adriana é de Itu, mas estudou e morava em São Paulo, mas aí o marido estrangeiro não queria mais morar em São Paulo (por que será? uma cidade tão agradável, com pessoas educadas e qualidade de vida top! haha), então foram pra lá. Agora ela é tradutora juramentada (IHUUU!).
A Anita é intérprete e tem uma agência de tradução em Curitiba.
O Cícero, namo da Michelle, é computeiro. Ele é de Porto Alegre, mas gostou de Floripa e mora lá há uns 13 anos.

Conversamos sobre Proz, PayPal, clientes, trabalho, mercado, "a máquina substituirá o homem? ficaremos todos desempregados?", softwares de tradução, "traduzir poesia é possível?", Google Translate, mercado editorial, valores praticados, Tradutores sem Fronteiras, etc. Gostei demais do encontro! Superou expectativas.

Teve uma coisa muito engraçada que aconteceu, que só quem esteve presente saberá. Como diria o Francisco: "é bom, assim a gente pode refletir sobre a diversidade humana". Hahahaha! Depois do almoço fomos refletir um pouco mais em um barzinho aconchegante mais perto do centro. O pessoal é MUITO engraçado. Mal vejo a hora de encontá-los de novo. Talvez na Semana do Tradutor lá em Rio Preto esse ano, como alguém sugeriu. Ou no CIATI na Unibero, aqui em SP, que está mais próximo.

2 comentários:

Anônimo disse...

Que bacana!!

aline naomi disse...

;)
O encontro foi bacana e as pessoas nem se fala!