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terça-feira, 22 de junho de 2010

Na calada da noite...

Agora são 3h52 da manhã e hoje espero dormir/acordar em horários de gente normal. Como virei a noite ontem (a Bianca terminou de revisar a minha tradução domingo à noite e eu jurava que conseguiria reler e acertar todo o arquivo da meia-noite às seis, depois que chegasse de São José - óbvio, não consegui e como desmaiei de cansaço ontem lá pelas 22h, acordei agora para ver se termino - preciso terminar de qualquer jeito!). Por falar em Bianca, fui encontrá-la ontem, para deixar com ela a impressão da tradução e um CD com o arquivo (exigências da Madras...) e foi legal porque conversamos um pouco também.

Hoje, se tudo der finalmente certo, vou jantar com a Flávia em um restaurante grego na Augusta. Nunca comi comida grega (não que me lembre), mas imagino que deva ter tomate seco, azeite e queijo em tudo :).

Ainda hoje também pretendo terminar de escrever a série de posts que chamei de "Cartas a um jovem tradutor" (que comecei ano passado e não terminei nunca!), porque há alguns dias conversei um pouco com a Gerlaine por e-mail sobre "que curso escolher no Vestibular" - não sei direito, mas ela deve estar no último ano do colegial agora -, e também porque a Karen deixou como "subtítulo" do blog dela: "Um blog e uma blogueira em busca de uma vocação...", o que me fez pensar sobre vocação e escolhas.

Sempre que alguém me pergunta sobre as minhas escolhas de curso e de vida profissional me bate uma sensação de responsabilidade imensa, porque sei que o que eu disser poderá ser usado contra mim (haha, mentira...), sei que o que eu disser pode mudar o rumo da vida de alguém, assim como as coisas que vários amigos, minha família e conhecidos me dizem acabam mudando a minha vida de alguma forma. Já conversei sobre o curso que fiz, sobre mercado de trabalho na área, experiências, etc., com várias pessoas que me acharam no Orkut (antigamente eu costumava escrever demais na comunidade "Tradução Unesp" - se não me engano, é esse o nome -, aí acho que as pessoas me achavam legal e vinham falar comigo) e algumas delas foram mesmo estudar tradução depois de conversarmos e espero que tenham tomado a decisão certa. Tento não parecer empolgada demais nas conversas :), mas é meio impossível, porque gostei muito do curso e gosto muito de estar trabalhando com livros e tradução. E quando a vida se torna sacrificante, como essa época de pico de trabalho e cansaço que estou atravessando agora, mesmo assim, tudo vale a pena, continuo amando o que faço e dando o melhor de mim para tentar chegar o mais perto da perfeição que consigo (acho que isso vem naturalmente, quando a gente realmente gosta do que faz). Ainda hoje devo desenvolver um pouco mais o assunto.

Ótima terça a todos! ;)

2 comentários:

Karen disse...

Eu nunca senti que tinha uma vocação, nem na época do vestibular, nem hoje. A única coisa líquida e certa é que quero estudar e aprender coisas novas sempre.

Também nunca tive vocação para fazer dinheiro... Isso é algo que lamento. rs

Legal você ter encontrado algo que lhe dá prazer, ao menos isso neutraliza a ideia de que você está se sacrificando.

Beijos,

Karen

aline naomi disse...

Hahaha!

Karen, eu também não sei para que tenho vocação, mas tem coisas que me atraem bem mais que outras - acho que estou me dando bem com o que estou fazendo agora, meio movida por paixão, por enquanto, até eu achar que já deu tudo que tinha que dar e querer fazer outra coisa =P.

Beeijos!