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quinta-feira, 29 de julho de 2010

Violão para distrair

Vou trazer meu violão pra cá da próxima vez que voltar de São José. E tentar DE NOVO aprender a tocar sozinha com aquelas revistas vendidas nas bancas (será?). Antes, comprar cordas novas e encontrar alguém que me ensine a afinar o negócio, porque eu não sei.

Pedi esse violão de presente de aniversário pro meu pai quando fiz 16 ou 17 (?) anos, só que nunca cheguei a tocar de verdade, porque só tinha professor homem numa escola de música perto de casa e meus pais superprotetores não acharam uma boa ideia eu ter aulas particulares com um professor. Até tentei aprender sozinha, mas as tablaturas são complicadas. Na época, pelo menos, eram/me pareciam porque lembro de não ter conseguido nem entender como eram as notas na tablatura (dó, ré, mi...)... era tudo diferente das partituras de órgão, que eu tinha estudado por um tempo. Mais de 10 anos depois, talvez eu tenha ficado mais espertinha - quem sabe? :) .

Estou tentando encontrar hobbies para aliviar o meu cansaço e a sensação de dia a dia automático. Quero continuar aprendendo a cozinhar. Pensei em voltar para o curso de corte e costura (comecei quando tinha uns 13 e deixei porque começou a coincidir com alguma outra atividade que eu fazia - acho que desde sempre eu queria fazer tudo ao mesmo tempo!), fazer curso de massagem. Qualquer coisa que mantivesse minhas mãos e mente ocupadas estaria valendo. Por enquanto, o mais fácil é o violão, então vou nessa.

2 comentários:

Adriana Amaral disse...

essa do professor homem foi de matar, pensei que fosse alguma estória que se passava no séc 19 hahaha desculpa as minhas risadas

aline naomi disse...

É... por conta disso, não aprendi a tocar violão... GRRRRRR! (e quem sabe hoje eu não seria uma grandessíssima cantora de MPB ou folk ou qualquer coisa que se cante tocando um violão?!, já que "ADORO" um palco, haha =P). Mas tudo bem, tenho tempo para aprender agora e não julgo meus pais (ou pelo menos tento, porque não sei que tipo de mãe eu vou ser - se é que um dia serei), porque sei que se eu fosse abusada ou qualquer coisa do tipo, eles não se perdoariam.

Só que eles não sabem que depois de um tempo eu tinha aulas particulares de espanhol com um professOR boliviano em uma sala em um prédio comercial meio deserto (porque a escola de idiomas não tinha salas suficientes). Nem falei nada, porque senão era capaz de eles me tirarem do espanhol. Um dia esse prof. pegou na minha mão durante uma aula e, como fiquei sem reação, ele ficou meio sem graça e logo soltou. Mas não me senti ameaçada nem nada...