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domingo, 26 de setembro de 2010

Mochilas de viagem - Bolívia 2010

Tentei levar menos coisas possível, porque não tenho muita paciência para ficar andando com coisas para cima e para baixo... a mochila de mochileiro tinha 9 kg (vi na etiqueta de bagagem que colocam no check-in) e a pequena estava relativamente leve, coloquei casaco, câmera, guia, necessaire e essas coisas que é preferível levar como bagagem de mão.

Comprei o guia Peru e Bolívia, escrito pelo casal Lúcio Martins Rodrigues e Bebel Enge, Editora Conteúdo, que me ajudou a ter noção do que tinha para fazer nas cidades. O guia é bom, mas não tem tudo. Por exemplo, não tinha a dica do Museu de Arte Contemporânea e do Centro Cultural San Francisco (lugares que curti bastante visitar), em La Paz. Dá para comprar com desconto aqui. Paguei R$ 34 na Livraria Cultura da Paulista.

Levei o passaporte, porque meu RG tem mais de dez anos. Isso é importante: o RG tem que ter a data de emissão de menos de 10 anos, senão pode dar problema na hora de liberarem a entrada no país. Carteira de habilitação não tem validade (não é aceita como documento na Bolívia!). O Certificado Internacional de Vacinação, que me deu um certo trabalho para fazer, nem foi pedido, mas valeu, porque tomei a vacina contra febre amarela de novo - tem validade de 10 anos e fazia 10 anos e meio que eu tinha tomado pela última vez.

Várias pessoas perguntaram quanto gastei. Foram US$ 850, além das passagens de ida e volta de avião, pela Gol, por R$ 500 (Guarulhos-Santa Cruz de la Sierra/Santa Cruz de la Sierra-Guarulhos). Gastei uns US$ 100 com um casaco pesado (foi uma boa compra) e mais duas calças (que não precisaria ter comprado, as jeans que levei aguentariam o frio de Uyuni e de Potosí). O mais caro são as excursões: para ir a Uyuni (salar) gastei US$ 100 e para ir a Copacabana, US$ 75 - mas o bom é que incluíam almoço, transportes (ônibus, van, balsa, barco, jipe), guias. O hotel mais caro em que fiquei foi em La Paz, que custou US$ 28 a diária. No Sucre a diária foi de 120 bolivianos (uns R$ 35) e em Santa Cruz paguei 40 bolivianos (uns R$ 12) para ficar umas 8 horas (nesse tinha banheiro coletivo, mas eu nem liguei, porque precisava e queria muito tomar um banho depois de 18 horas de viagem do Sucre até ali). Também gastei um pouco com compras que fiz na Calle de las Brujas e DVDs do camelô, em La Paz, e livros no Sucre. A cotação era mais ou menos assim: R$ 1 = 3,50 Bs. (bolivianos), então eu geralmente dividia os preços mentalmente por 3 para saber mais ou menos quanto dava em reais. É relativamente fácil fazer câmbio (em Santa Cruz, em La Paz e no Sucre tem várias casas de câmbio nas áreas centrais; em Potosí foi difícil, acho que perdi uns bolivianos na troca - que foi feita em uma loja de calças que também funcionava como casa de câmbio...) e é melhor levar dólares porque nem toda casa de câmbio troca reais por bolivianos.

Quem estiver lendo e tiver perguntas, pode mandar e-mail que respondo! Mas não é nenhum bicho de 7 cabeças ir pra Bolívia, não.

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