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domingo, 28 de novembro de 2010

"Os sentimentos vastos não têm nome"

Sempre quero entender. Mas tem coisas que não precisam ser entendidas, bastam ser vividas e sentidas. Há coisas que se bastam por si mesmas.

Um sentimento. Uma ideia. Uma surpresa.
Uma flor. Uma luz. Uma alegria.
Um gesto. Um momento. Uma voz.
Uma música. Um olhar. Um sorriso.
Uma palavra. Uma risada. 200 batidas cardíacas por minuto.
Um desejo. Um toque. Um arrepio.
Um minuto. E o agora já é passado.
Já é quase uma saudade.

[O título do post é da Hilda Hilst, mas o texto é meu.]

3 comentários:

Old Little Girl disse...

Odeio poemas, poesias e gêneros... mas a sua tá bem simples, "entendível" e por isso achei bonito.

@Flafli disse...

Tá inspirada, heing?! rs...

Me fez lembrar de uma frase de Charles Chaplin:

"As melhores e mais belas coisas do mundo não podem ser vistas ou tocadas. Elas devem ser sentidas com o coração."

aline naomi disse...

Old Little Girl: thanks! =)

***

Flafli,
que bonito isso do Chaplin, eu não conhecia!