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sexta-feira, 7 de janeiro de 2011

Da vida profissional

Hoje terminei de revisar um livro com cara de blog pessoal e tinha umas partes engraçadas (ri sozinha, a boba alegre), principalmente quando ele contava das investidas dele com as mulheres. Como é autobiográfico, ele expõe muito a vida de algumas pessoas (com nomes trocados, mas mesmo assim!) - fiquei pensando nisso e acho que se um ex fizesse isso comigo (falasse de mim em um livro sem me consultar e sem que eu pudesse ler primeiro), eu matava. Não gosto de exposição gratuita, não gosto quando alguém escancara intimidades que só dizem (deveriam dizer) respeito a mim e a esse alguém publicamente. GRRRRRR.

Deve estar na moda esse tipo de livro... as pessoas parecem gostar.

Agora só falta revisar o último livro da série. Quase 300 páginas. Rá.

Fora isso, tem um outro coiso bem mais criativo rolando. Vou quebrar a cabeça para trabalhar com poesia (não sou poeta, não sei escrever poesia, mas finalmente as aulas de Teoria do Poema vão ter alguma utilidade). Estou empolgada. Valeu, Dan!

Recebi algumas ligações hoje. Tenho duas entrevistas com editoras semana que vem. E talvez a agência de tradução me mande algum projeto - escolhi trabalhar com textos de saúde e de publicidade (ligaram para perguntar quais eram as duas áreas com que eu tinha mais afinidade - estou fugindo de textos jurídicos e de informática... textos de saúde traduziria até de graça, eu realmente gosto disso, aloka).

Se pudesse escolher, de escolha própria, escolheria trabalhar na Artmed ou na LPM (desculpa pra morar um ou dois anos em Porto Alegre, ou "Bovinão", como diz um amigo gaúcho não bairrista, haha) e levaria todos os amigos paulistas/paulistanos na mochila. E quando me desse conta de que lá tudo é provinciano (como todos os lugares no Brasil devem parecer depois que se mora aqui), me perguntaria o que estou fazendo lá e bateria um desespero master de voltar para São Paulo. E voltaria. Antes que eu me jogasse no Guaíba pra morrer afogada *a dramática*. Se é que dá pra alguém morrer afogado ali...

As coisas ainda estão meio em aberto. Vamos ver o que acontece.

6 comentários:

Karen disse...

Dedos cruzados aqui!

Traduzir textos de informática deve ser horroroso. E olha que eu estudei processamento de dados no colégio...

Tati disse...

Não sei se é teu caso, mas é muito chato quando botam pessoas que não entendem de informática pra traduzir livros do gênero! Eles traduzem até os códigos de programação, e quando vai testar, não funcionam! :P

Mas sei que você é profissa e vai se dar bem!
Boa sorte!

:D

dan disse...

Boa sorte na poesia! To torcendooo (com muito interesse) para que a tal goste mto do seu trabalho e pare de dar trabalho para mim! hauhauhauha

Bom, fico aki de dedos cruzados. Boa sorte nas entrevistas! Vc é boa e vai conseguir algo legal!

bjuus Linee

.:*Mandy*:. disse...

Fingers crossed :)

Old Little Girl disse...

vc é fodona, vai conseguir algo legal sim!!! Só não nos abandona aqui depois que começar a trampar, huahauhaahauahuahauh.

aline naomi disse...

Karen,
traduzir informática para mim é uó. Não gosto e não entendo do assunto, preciso ler milhares de coisas para entender e ter uma margem de segurança de que o que estou fazendo não está ridículo (todos os meus amigos "informáticos" reclamam de livros mal traduzidos - e com razão). Não é a minha praia e, do que fazer mal feito, prefiro não fazer...

***

Tati,
pois é... quem entende da coisa acha ridículas as traduções que leem por aí. Como não gosto e não entendo, então vou me limitar ao que gosto e que posso fazer direito...

***

Dan,
vai ser muito divertido trabalhar com aqueles poemas. Apesar de não ser "A poeta", espero conseguir melhorar AQUILO.

Beijos e obrigada pela força!

***

Mandy e Old Little Girl:

OBRIGADA! ;)

:-***