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segunda-feira, 17 de janeiro de 2011

A outra ideia do post "Oficinas literárias djá"

A outra ideia que tive, enquanto revisava um livro (ainda não terminei!), mais passional, foi: quero queimar todos os livros de autoajuda do mundo.

Depois que a raiva passou (mais ou menos... haha), bateu a curiosidade de saber mais sobre esse gênero literário: como e onde surgiu? Que tipo de pessoa compra e consome isso? As pessoas realmente conseguem se ajudar lendo esses livros? Que país do mundo consome mais livros de autoajuda? Autores escrevem por dinheiro ou porque realmente têm uma boa intenção? (Como você é ingênua boba, aline naomi!) Qual a tendência de mercado? Tem como ficar pior? Tem como ficar melhor? Quem são os autores de autoajuda que mais vendem no Brasil? E no mundo?

São muitas perguntas, mas já salvei alguns links interessantes para ler e espero que rendam um post bacana.

Outra ideia que tive (essas coisas parece que vão dando cria) foi escrever uma história em que a serial killer mata autores de autoajuda. Não, não será autobiográfico, eu acho. =P

O post e a história ficarão para mais tarde, porque precisarei pesquisar, ler, assistir coisas e já são cinco e meia da manhã e preciso dormir.

7 comentários:

comalgumarazao disse...

Minha mãe gosta muito e livro de auto-ajuda e segunda ela eles realmente ajudam. Uma vez fui ler um que ela sempre elogia, pra mim só rendeu umas gargalhadas com os conselhos malucos que tinha nele.

Tati disse...

ADOREI A IDÉIA!!!
Tem meu maior apoio! :D

Lúcia Harumi disse...

Tenho livros do Shinyashiki. Gosto. Gostei dele quando o conheci. Na época ele não era muito conhecido. Achei simpático ele responder uma carta que escrevi, comentando um livro. De resto, não gosto de nenhum autor. Uma vez uma amiga falou: vou te emprestar um livro....(era auto ajuda). Ela nem terminou, pois eu cortei: "Não quero!" Fui má, ela ficou super sem graça. SOU MUITO MÁ!!!!

Lúcia Harumi disse...

Completando.....Não sou tão má. Ela não me perguntou se eu queria ler, se é meu tipo de leitura. Né?!!Então?!!!

aline naomi disse...

Gerlaine,
vou comentar mais num post que pretendo escrever, mas também dou risada com umas coisas que leio!!

***
Tati,
obrigada pelo apoio moral! :)

***

Tia,
eu também não gosto de ler. Não estou conseguindo terminar de revisar um, aliás. Ossos do ofício.

.:*Mandy*:. disse...

Olha, eu li um da Beth Wareham (inclusive comentei sobre ele no blog) que realmente me ajudou.
Depende muito de quem escreve, acho. Quando é um psiquiatra, psicólogo ou alguém assim, eu costumo dar mais crédito. A Beth é exceção nesse meio porque pelo menos é engraçada e fala umas boas verdades.
Já li sobre Shinyashiki e também acho legal.
Beijos =****************

PS: Eu quero ler seu livro de serial killer, heim? Vê se escreve logo!!! E quero que a autora d'O Segredo tenha uma morte BEM dolorosa >:) hehehehehe

aline naomi disse...

Mandy,
legal ler isso vindo de VOCÊ! Juro que não é preconceito meu, mas os livros com que preciso trabalhar (os de autoajuda) me deprimem e eu me sinto muito burra, porque os caras ficam repetindo a mesma coisa mil vezes, como se fosse uma lavagem cerebral: "Precisamos ser felizes", "Não desperdice sua chance de ser feliz com quem você ama", etc. GRRRRRRRR!!

Assim que der, vou mesmo começar a escrever a tal história. Preciso extravasar o que sinto. Depois vou me sentir mais aliviada e mais calma.

Beeijo!