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terça-feira, 12 de julho de 2011

Gráfica, livros e curso sobre livros

Sexta passada fui visitar a "fantástica fábrica de livros" mesmo! Adorei.

Não imaginava a complexidade da produção do livro. Tem umas partes que são até meio "artesanais". Mas um dia tudo isso vai acabar. As crianças do século XXI já vão ler tudo na tela. Acho que daqui uns 50, 100 anos, a produção do livro impresso vai se tornar muito cara (e antiecológica). Achei triste. Gosto de ler livros impressos.




Essa semana estou fazendo um curso chamado Produção Gráfica Editorial na Unil (Universidade do Livro), uma instituição ligada à Editora Unesp, uma "escola" que agrega cursos relacionados à produção de livros. Só dura uma semana, só para eu ter um pouco mais de noção de produção gráfica - depois que o texto foi traduzido, se for livro estrangeiro, preparado e revisado, ele continua o processo de "produção gráfica", ou seja, é preciso escolher o formato, tipo de papel, tipo de capa, verificar se o livro vai acompanhar badulaques (CDs, cartões, figurinhas), se vai ser livro branco e preto ou colorido, se vai ter ilustrações ou fotos, até que finalmente vai para a gráfica ser impresso e, se for um livro "especial" (diferente do livro padrão) e cheio de badulaques, passa por vários outros processos depois da impressão. Parece muito simples, mas, nossa, é bem complexo e trabalhoso. E quanto mais a gente tem controle do processo, mais a gente evita que o livro saia com erros.

E sexta, por conta do curso, visitarei outra gráfica grande, que ganhou um prêmio internacional esse mês. Vou amar! :)

Fiquem com a foto da Catedral da Sé, que tirei hoje a partir da sacada (7º andar) da Unil:

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