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domingo, 14 de agosto de 2011

O Guia do Mochileiro das Galáxias - Douglas Adams


Essa semana também terminei de ler o "Volume Um da Trilogia de Cinco" d'O Guia do Mochileiro das Galáxias que a Yuri me deu. Primeiro o Sergio me emprestou, depois a Yuri acabou me dando a série inteira (louca! :). A curiosidade começou com tweets que recebi com a hashtag #diadatoalha (che cazzo?) no dia 25 de maio desse ano - era o "Dia do Orgulho Nerd" e também uma homenagem anual ao Douglas Adams, que faleceu em uma data próxima, 11 de maio (de 2011), com apenas 49 anos, de ataque cardíaco. "Dia da Toalha" porque a toalha é um item indispensável para um mochileiro das galáxias; ela tem mil e uma utilidades.

No começo eu estava bem empolgada com o livro, mas acabei me entediando um pouco em algumas partes - por isso intercalei várias outras leituras até terminar de ler. Não entra para a minha lista de "50 livros preferidos", mas é divertido. Ri sozinha. Gosto das ironias e das sacadas debochadas do Adams - é muito engraçado quando ele dá a entender que a Terra é só um planetinha insignificante.

O primeiro volume gira em torno da destruição da Terra e como o inglês Arthur Dent é salvo pelo amigo ET (com aparência humana) Ford Prefect. Ford Prefect estava há vários anos na Terra pesquisando a vida aqui para inserir informações no Guia do Mochileiro das Galáxias - um guia para quem quer viajar de forma barata pelo espaço; e ele vivia disfarçado como ator desempregado para justificar o "dolce far niente".

Depois que a Terra é destruída pelos vogons, uma "raça" de ETs, com uma desculpa qualquer, acontecem várias coisas mirabolantes e a dupla passa a se aventurar pelo espaço a bordo da nave Coração de Ouro, roubada por Zaphod, o Presidente da Galáxia louco que tem duas cabeças.

Gostei do Marvin, o robô maníaco-depressivo que realiza serviços simples na nave, como abrir portas. Ele foi projetado com uma inteligência altíssima, mas é subutilizado, por isso tem tendências depressivas.

Outra coisa interessante é o "babel fish" (peixe-babel), um peixinho que, ao ser inserido no ouvido de alguém, passa a fazer com que esse alguém entenda qualquer coisa dita em qualquer língua! O nome do site "Babel Fish", do Yahoo, que nos permite traduzir textos de várias línguas para outras várias línguas (http://babelfish.yahoo.com), deriva do livro. Quero um peixinho desses! :) Fiquei feliz porque finalmente pude ler sobre o peixe-babel no contexto da obra.

Agora só mais quatro volumes me aguardam ansiosamente! Haha...

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