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domingo, 8 de julho de 2012

Soul Kitchen - Fatih Akin




Por falar em comida, quinta passada, eu e a Yuri fomos ver "Soul Kitchen", do diretor alemão, descendente de turcos, Fatih Akin, na Reserva Cultural. 

O Grupo Alatur está promovendo uma mostra de filmes relacionados a viagens, já que organizar viagens está entre os serviços principais oferecidos pela empresa. Os filmes podem ser vistos gratuitamente às quintas, é só retirar o ingresso antes na bilheteria no dia da exibição. Gostei bastante da forma de divulgar a empresa - em vez de encherem sua caixa de e-mails de spam ou distribuir folhetos de papel na rua, eles promovem uma mostra de filmes muito bacana. Pelo menos para mim, a marca ficou registrada. Além do filme, teve um coquetel (as pessoas atacaram, pareciam mortas de fome! haha) e um bate-papo com o chef francês Erick Jacquin, dono do restaurante La Brasserie, que contou um pouco sobre a vida de chef no Brasil, eu adorei! Inicialmente, ele imigrou por causa de uma proposta de trabalho em um restaurante de São Paulo que pagaria quatro vezes mais do que ele ganhava na França; ele pretendia ficar uns três anos e depois voltar para a França, mas acabou ficando no Brasil e se naturalizando brasileiro. Devem ter convidado ele para conversar um pouco com a plateia, porque o protagonista do filme também vive uma história parecida.

Soul Kitchen é o nome do restaurante que o imigrante grego Zinos Kazantsakis (ou talvez ele seja descendente de gregos, não fica claro) abriu na Alemanha. No começo, ele serve um cardápio bem trash, como purê de batata e frituras de coisas congeladas (peixe, frango, batata), mas tem um público cativo. Quando ele contrata um novo cozinheiro (na verdade, um chef) para o restaurante, os clientes acham péssimo e deixam de frequentar o lugar, porque a sofisticação aumenta e o preço também. Fora esse problema, a namorada de Zinos está indo trabalhar em Xangai e quer que ele vá junto e o irmão malandro dele sai da prisão em liberdade condicional.
Em meio a várias confusões, o restaurante começa a decolar (com os pratos sofisticados preparados pelo chef), mas os problemas pessoais de Zinos começam a afetar o funcionamento dele.
É uma comédia com toques de drama bem legal. Isso sem falar nas comidas que aparecem sendo preparadas! Delícia! :)

Quando eu tiver oportunidade, quero fazer cursos para aprimorar as práticas culinárias. É um investimento que me deixaria feliz.

4 comentários:

Lúcia H. disse...

Minha amiga foi mês passado (ou retrasado) passear na Turquia. Até me enviou uma foto da Capadócia. Nunca imaginei alguém escolhendo Turquia para visitar. Agora fico pensando o que ela comeu de típico por lá.

Karen disse...

Esse filme passou no canal pago, estava gravando, mas ficou faltando um pedaço do final. Preciso dar uma olhada na programação para ver quando terá reprise.

aline naomi disse...

Tia, não sei por que, mas da primeira vez que vi uma foto da Capadócia na revista "Terra", lembrei dos Smufs!! Haha... é um lugar bem peculiar, né?

***

Karen,
o final é mais ou menos o esperado para esse tipo de filme, mas vale a pena ver inteiro, sim! :)

Lúcia H. disse...

Ainda vou visitar a minha amiga para ver mais fotos. Ela já foi para vários países em outras férias. Um lugar que ela visitou e eu jamais visitaria: câmara de gás, em campo de concentração. Fora essa parte, ela foi em lugares bem bacanas.