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quinta-feira, 23 de agosto de 2012

MBA em Gestão Estratégica e Econômica de Projetos - FGV

FGV - Unidade Av. Paulista


Alguns amigos estão perguntando sobre o MBA em Gestão de Projetos que estou fazendo, então vou compartilhar as minhas primeiras impressões e experiências. E também fica o meu testemunho para quem estiver interessado nesse curso - porque quando estava procurando informações, não encontrei comentários de nenhum ex-aluno, o que me fez ficar um pouco com o pé atrás, por outro lado, também não li ninguém falando mal. Esses cursos são sempre um mergulho no escuro. Então, resolvi arriscar e mergulhar. Ficar parada é que não dá.

Primeiro, solicitei um material com informações sobre a grade do curso e formas de pagamento pelo site. Depois, preenchi um formulário e anexei meu currículo, também pelo site, manifestando interesse em estudar lá. Depois de um tempo, agendaram uma "entrevista", porque eu precisava passar por esse "processo seletivo". 

Depois do "processo seletivo" (falei disso aqui), eu não estava 100% segura de ter feito uma boa escolha. Mas ainda bem que a primeira impressão, que não foi exatamente boa, se dissipou quando fui para a aula inaugural. Nesse dia, uma "coordenadora de assuntos acadêmicos e administrativos" falou um pouco sobre o funcionamento da Fundação: faltas (é preciso ter 75% de presença em cada matéria e no curso como um todo para ser aprovado e a lista de presença precisa ser assinada até 30 minutos depois do início da aula), provas (no primeiro dia já deram o calendário de aulas e provas do curso inteiro, e a média é 7,0), procedimentos para requisitar 2ª via de boleto, pagamento de prova substitutiva etc. Depois, a parte mais interessante: o coordenador do curso, o profº Edmarson Bacelar Mota (ele disse que podemos chamá-lo de "Ed"), falou sobre o curso, contou um pouco da história da FGV - destaco que os cursos de MBA foram criados para que a Fundação se sustentasse financeiramente, porque, depois de um tempo sendo "patrocinada" pelo governo e por uma elite industrial, a fim de formar profissionais capacitados para gerir bem projetos públicos e privados, além de produzir pesquisa, esse investimento foi ficando cada vez mais escasso e a solução para que ela continuasse existindo foi essa. Entre outras coisas e números interessantes, ele comentou que o filho dele uma vez perguntou quanto ele tinha custado; o Ed fez as contas e respondeu que mais ou menos R$ 750 mil e também calculou que um filho da classe média, custa, em média, R$ 1 milhão! Lembrei de amigos que querem ter filhos ou que já são pais e desejei energias positivas a eles mentalmente, porque não deve ser fácil. Fiquei me perguntando quanto EU terei custado ao meu pai, e concluí que nós já chegamos ao mundo devendo. Antes mesmo de nascer já começamos a dar despesa (exames pré-natais, consultas, arumação de quarto, enxoval, acompanhamento médico, hospital, cesariana...). Mas ele usou esse exemplo, meio de brincadeira, para falar que alguns "projetos" não foram feitos para dar lucro financeiro, mas "lucros" em outros sentidos. O investimento em filhos (às vezes, haha) rende alegria, realização e essas coisas que não sei dizer, porque não sou mãe. A meu ver, o "projeto filho" é um dos mais complexos... nada nunca estará sob total controle, sobretudo os gastos.

Essa aula inaugural aconteceu na unidade 9 de Julho, perto do MASP, em um sábado de manhã, para duas turmas que teriam início na semana seguinte na unidade da Paulista. Estou na turma de segunda e terça, das 19h às 22h30 (as aulas terminam mesmo nesse horário, às vezes um pouco depois; nos dias de prova, quem terminar, pode sair mais cedo), mas também existem turmas às quartas e quintas e outra aos sábados o dia inteiro, de quinze em quinze dias, na Paulista (em São Paulo esse MBA também é ministrado na unidade Berrini). Pelo que acompanhei no site - demorei um bom tempo para me decidir -, abrem esse curso de MBA duas vezes por ano: uma em janeiro/fevereiro e depois em agosto/setembro.

Sobre pagamento: pode-se pagar o valor integral à vista, que fica uns 15% mais barato, ou parcelar (existem parcelas de 3, 6, 18 e 25 vezes e, sobre esses pagamentos parcelados há uma taxa a mais de 1%). Odeio pagar em parcelas, se tivesse dinheiro, pagaria à vista com desconto, mas nesse caso não teve mesmo jeito. Estou pagando 25 parcelas de R$ 1.254,00 - façam as contas!; a primeira parcela precisa ser paga três dias depois da matrícula, por boleto, e a próxima no mês em que as aulas se iniciam (por exemplo, fiz matrícula em junho, paguei uma parcela e, como as aulas começaram em agosto, a segunda parcela foi paga em 10/08, e, a partir de agosto, sempre no dia 10 de cada mês, vou pagando as outras 23 parcelas). Mas não se preocupem, não precisei anunciar meu rim esquerdo no Mercado Livre. Ainda. Por isso estou com a grana contadíssima hoje em dia: fora o curso, tenho as contas fixas normais para pagar: aluguel, internet e luz. Além de comida, diversão e arte. :) E, só para aumentar um pouco mais o desafio, São Paulo é uma das cidades mais caras do país. Mas, beleza, estou segurando legal, e esse mês até comecei uma "planilha de gastos" (coisa que nunca tinha feito  e que recomendo para quem quer e/ou precisa economizar - dá uma ideia muito clara do quanto entra, do quanto sai e se estamos gastando com coisas desnecessárias). Depois desse aperto todo, quero juntar dinheiro para fazer um curso de publicação de livros na NYU, em Nova York (e aproveitar para passear!), e para mochilar na Europa, porque acho que mereço.

Voltando ao que interessa: estou muito satisfeita com o curso e por estar "afunilando" meu conhecimento em uma área - antes tudo parecia estar muito "em aberto", porque ter possibilidades me estimula, mas não é necessariamente algo bom (eu também cogitava fazer outro curso de graduação em produção editorial na Anhembi Morumbi à noite, mas decidi que uma pós-graduação seria melhor no momento). Sei que ainda é cedo para julgar, mas pelas poucas aulas que tive, já deu para sentir que as coisas não são feitas de qualquer jeito (ouço falar do que acontece em certas unis particulares e me dava pavor de pensar que a FGV fosse igual), não contratam qualquer pessoa para dar as matérias (pelo que o coordenador disse na aula inaugural, todos têm uma boa bagagem acadêmica e atuam na área que vão ministrar - igualzinho aqueles professores de tradução que falam sobre "o mundo da tradução" e nunca trabalharam como tradutores na vida real! rá!), tudo é bem organizado, respeitam a inteligência dos alunos (o que, para mim, é crucial) - aliás, pelo que percebi, o nível geral da turma é muito bom. Uma coisa legal é que tenho um colega de sala que também trabalha em editora, acho que poderemos trocar ideias; fiquei contente em saber que ele está buscando o mesmo que eu. Tem gente de tudo quanto é área, museóloga, diretor de artes cênicas, arquitetos, pessoal de TI, engenheiros, gerente de RH. Sinto que vai ser uma época produtiva, de muito aprendizado, com essas pessoas de áreas diferentes.

Três surpresas positivas, além do fato de eu estar gostando do curso:

1. Para cada módulo eles fornecem uma apostila (que me lembra um pouco "Os Intocáveis", uma série de uns 30 livros que davam - na verdade, estava incluída no preço das mensalidades, lógico - no 3º ano do colégio Objetivo, com toda a matéria do ensino médio), não precisamos necessariamente comprar livros e nem ficar anotando feito loucos o que os professores falam durante a aula - todo, ou quase todo, o conteúdo está nessas apostilas, que também inclui uma bibliografia sugerida: livros que ajudam/reforçam o aprendizado daquela matéria; o nosso nome completo vem impresso na capa!! Ohhh! :o)

2. Temos um intervalo, em geral, das 20h45 às 21h e (pasmem) todo dia temos coffee break com salgadinhos, lanchinhos, dois ou três tipos de suco natural e chás. Achei que isso só aconteceria no primeiro dia, mas não, é todo dia! Que festa! :) Por esse detalhe, percebo que eles têm mesmo uma preocupação com o bem-estar do aluno, porque a maioria deve sair correndo do trabalho e nem tem tempo de comer, então o lanche é mais que bem-vindo. Eles poderiam muito bem pensar: "os alunos que se virem" e pronto. Tem uma cafeteria no térreo, mas seria pequena para todos os alunos do prédio (que deve ter uns 10 andares e umas 4 salas por andar e vários cursos acontecendo ao mesmo tempo). Achei de uma elegância esses coffee breaks!

3. Todo mundo ganhou essa mochila no primeiro dia de aula. É benfeita e tem uma inscrição em uma pequena placa de metal: "MBA FGV". Já tinha visto algumas pessoas com essa mochila no metrô e na rua, agora sei de onde vem.

Mochila e apostila de Comunicação Interpessoal

O primeiro módulo do curso foi sobre "Comunicação Interpessoal", ministrado pela profª Ingrid Gielow, que é fonoaudióloga e especialista em distúrbios da comunicação humana. Fui procurar algum texto interessante dela pelo Google, para compartilhar, mas encontrei algo melhor: uma entrevista dela em vídeo! Depois vou incorporar ao post. E descobri que ela tinha ou tem um consultório em São José dos Campos, minha cidade natal. O vídeo, com um quê de amador, foi produzido por um instituto cuja sede principal também fica em São José. Nessa busca, acabei encontrando o currículo Lattes dela aqui.

Nesse módulo, a Ingrid falou sobre os gestos inconscientes que fazemos enquanto apresentamos um projeto ou falamos em público que podem atrapalhar a nossa imagem profissional (linguagem não verbal), o que não devemos fazer e o que devemos fazer durante uma apresentação. Na apostila tem alguns testes "de personalidade" - um deles é interessante, mostra de que forma conseguimos aprender melhor; como eu já desconfiava, sou muito mais "visual" (do que auditiva e cinestésica), ser estimulada visualmente durante o processo de aprendizado para mim é muito importante para gravar informações novas. Nem sabia o que esperar desse módulo, mas gostei muito.

Logo no primeiro dia, a Ingrid pediu que fôssemos na frente da sala e falássemos por 30 segundos para os colegas (somos uma sala de 40 alunos). O tema era livre. Me senti totalmente constrangida e, quando fui lá na frente, em menos de 30 segundos falei sobre mim, sobre o porquê de eu estar ali, que eu trabalhava em uma editora e queria melhorar o processo de produção dos livros e que eu tinha pânico de falar em público. Talvez eu tenha falado mais alguma coisa que já não lembro. Eu só queria terminar logo e sair de cena... ainda me sinto muito constrangida em ser o centro das atenções, de a atenção das pessoas estar voltada para mim. Quando eu dava aula de inglês ou italiano para turmas pequenas (no máximo 6 alunos), era normal, eu não sentia essa ansiedade e constrangimento, não sei por que falar para um certo tanto de gente desconhecida me faz sentir assim - no fundo, é a mesma coisa, não?

Segunda-feira passada fui para a terceira e última aula desse módulo e tivemos de preparar outra apresentação de 30 segundos, sobre qualquer tema, para apresentar lá na frente, usando as técnicas passadas nas aulas. E, por incrível que pareça, para mim foi bem mais tranquilo! Com o tempo, talvez consiga falar em público como se estivesse em um encontro informal com amigos (aliás, um dos "truques" é esse: imaginar que o público é composto por pessoas amigas e que elas não vão ficar te julgando, então você simplesmente vai lá e fala o que precisa falar).

Para essa segunda e última apresentação, falei que gostava de aprender idiomas, que atualmente estudava tcheco na Unitcheco, falei de "bunda", uma palavra que para mim soa engraçada até hoje, porque, em tcheco, isso quer dizer "casaco" e, concluindo, deixei a dica para todos aprenderem sempre coisas diferentes para conseguirem ler o mundo de forma mais ampla. Quando a Ingrid cortou o tempo - ela ficava no fundo da sala, de frente para quem estava apresentando e fazia uns gestos para indicar que o tempo estava acabando e, depois, que tinha acabado (ah é, detalhe: ela filmou a apresentação de todos e, por meio do vídeo, ela vai dar uma nota) -, só terminei a fala com "Dobrou noc [dobrou nótz], boa-noite!".

Foi mais fácil porque usei/tentei usar essas dicas:

- preparei/pensei no assunto antes de falar e preparei uma "cola" (um papel com palavras-chave - isso é mais indicado quando precisamos falar por mais tempo, mas a Ingrid pediu que todos fizéssemos para depois entregar para ela);
- imaginei que tudo daria certo, que eu não ficaria nervosa, não gaguejaria e nem ficaria muda (quando sou obrigada a falar em público às vezes me dá uns brancos no meio da fala, é terrível) - isto é, criei "engramas";
- lembrei de ficar em uma postura alinhada, com os ombros levemente para cima e para frente (e não arqueados ou de outro jeito), as mãos na linha da cintura (não na cintura, mas na linha da cintura!)  e de não ficar parada feito uma estátua enquanto falava;
- pratiquei o "olhar spray" (olhar para todas as regiões da sala, tentando visualizar todos da plateia, para que ninguém se sinta desprivilegiado - antes eu evitava isso porque quando eu via que pessoas estavam fazendo cara de suposta desaprovação eu ficava mais nervosa).

Deu gosto de ver, porque todo mundo conseguiu aplicar pelo menos algumas das técnicas ensinadas e estava menos apreensivo, falava com mais clareza e empatia. Os assuntos foram bem variados: reciclagem, aquarismo, lugares para se visitar e comer, tecnologia, netiqueta (etiquetas para quem se comunica por meios virtuais), alienação que a mídia provoca, receita de feijão (!) - no primeiro dia, um colega, sem saber o que falar, comentou que estava aprendendo a cozinhar e disse que aceitava dicas (haha), doação para o Criança Esperança, entre vários outros assuntos que já não lembro. E, enquanto alguém falava lá na frente, algumas pessoas ficavam com uns bloquinhos de papel com picote para anotar os feedback auditivo e visual e depois destacar e entregar para a pessoa. Depois os bloquinhos eram passados para outras pessoas poderem avaliar outros colegas. Também recebi feedback depois - alguns elogiaram, outros apontaram coisas curiosas: descobri que tenho o tique de ficar mexendo no óculos, quando estou de óculos, quando falo (alguém escreveu isso para mim) e que minha voz é "muito suave". Esses feedback são ótimos porque são detalhes que dificilmente percebemos sozinhos. A Ingrid disse que depois podemos pegar com o Cícero, assistente de sala, a nossa apresentação em arquivo - mas não sei se quero me ver!

Alguns tópicos que a Ingrid abordou em aula também estão nessa entrevista de 2009:



O vídeo é longo, a entrevista tem uns 40 minutos (o restante do programa eu não vi porque era sobre outros assuntos e o áudio [da parte sem ser a entrevista] não está bom) e ela dá umas dicas bem legais.

Na próxima segunda faço a prova escrita e, se sair bem mais cedo que o normal, talvez pegue uma sessão de cinema na Paulista (a FGV fica quase ao lado da Reserva Cultural, um dos meus cinemas preferidos em São Paulo!). E terça começa o módulo de "Liderança e Trabalho em Equipe", com outro professor.

***

Atualização em 03/02/2013:

Dica importante para quem pensa em começar o MBA da FGV em uma cidade e depois pedir transferência para outra cidade: mehor não. A minha sugestão é começar já na cidade para onde pretendem ir ou terminar na cidade onde começaram o curso, pois, apesar de falarem que a transferência entre cidades é muito fácil, a realidade não é bem essa. 
Uma colega de sala, transferida de Brasília, contou recentemente que viveu um tipo de pesadelo quando precisou pedir transferência para o curso em São Paulo, quando arrumou um trabalho por aqui. O preço do curso é diferente em cada cidade e, parece, o da Unidade Paulista é o mais caro - essa colega teve dificuldades até em ter informações sobre o valor da mensalidade onde ela iria estudar (não queriam passar a informação exata para ela! COMO?), só soube quando chegou um boleto de R$ 10 mil para ela pagar - valor que ela conseguiu negociar e está pagando em parcelas. É, parece que o curso em São Paulo é R$ 10 mil mais caro do que em Brasília. Ela teve vários outros problemas com documentação, demoraram para liberar a papelada das matérias que ela já tinha cursado (para que pudessem ser eliminadas em São Paulo) e, quando a papelada saiu, uma das matérias que ela já tinha cursado não constava como realizada - mas pelo menos isso foi meio rápido de resolver. Ela também disse que ficava horas ao telefone tentando resolver as pendências da transferência, além de ter escrito para a Ouvidoria (é um canal que o estudante pode usar para, supostamente, resolver os problemas mais rápido) e ter falado com o coordenador do curso que, surpreendentemente, respondeu que não poderia ajudar em nada, e que ela deveria resolver com o departamento administrativo. Beleza, né? Foi decepcionante saber dessa história, porque não é nada disso que vendem quando vamos fazer a entrevista para o curso nem a aula inaugural, e também porque isso aproxima a FGV de "qualquer outra universidade particular" - ou seja, mesmo pagando (e caro!), quando você precisa, o problema é seu.

6 comentários:

Crisão disse...

nunca comentei, mas vc fez uma excelente escolha, de acordo com seus propósitos futuros! Um amigo próximo fez e alavancou muito a carreira, não apenas como cargo/função, mas -- e principalmente -- como olhar sobre o processo! :)

ps: rasgou o verbo mesmo! ótimo!

aline naomi disse...

Cris,
obrigada pelo apoio! E fico feliz em saber da sua opinião ("sua opinião é muito importante para mim" :), já que tem muito mais chão na área que eu.
Pelo que sinto, o MBA (diferente do mestrado, talvez) vai me ajudar a melhorar coisas práticas, não são só teorias mirabolantes/abstratas sem aplicação para o dia a dia... e acho que é isso que mais me falta no momento.
Beijo!

Unknown disse...

Aline,
Meu nome é William, e parabéns por compartilhar sua escolha.estou pensando em fazer o curso mba em gestao estrategica e economica projetos.E graças a você, não estou tão perdido e acredito que o curso pode acrescentar muito a minha carreira.Gostaria de saber como está o curso atualmente depois que virou uma "veterana".

aline naomi disse...

Oi, William,
o curso em geral está bom e os professores também são bons (o que eu mais gosto é que todos têm uma bagagem acadêmica e vivência na área e casos para contar).
Apenas sinto que algumas matérias têm uma duração mais longa que o necessário, aí sinto que alguns professores precisam dar uma "enrolada", mas isso não é de todo ruim ("enrolada" = saem um pouco da matéria para contar casos verídicos para que a gente aprenda pela experiência a fazer/não fazer determinadas coisas).
Alguns/vários tópicos eu provavelmente não vou aplicar na prática, mesmo assim, estou gostando de ampliar minha visão sobre processos administrativos e também de aprender novas formas de organizar projetos e lidar com eles e tudo que eles abrangem (em geral há muitos detalhes e quanto mais pudermos ter isso em conta, menos chances de darem errado).
Você é de que área?
Se quiser perguntar qualquer outra coisa mais específica, estou às ordens.
Abraços!

Unknown disse...

Aline primeiramente quero te parabenizar pelo post sobre o curso, que de fato foi a informação (sua experiência) mais importante que achei na internet.

Hoje fui nessa tal entrevista que voce tambem comentou e concordo que é uma palhaçada.

Hoje fui fazer a entrevista na paulista e foi igualzinho voce comentou. Enfim, vou tentar ir amanha ou sexta fazer a matricula.

Agradeço novamente sua dedicação e esforço em detalhar todo seu processo que tenho certeza que esta ajudando muitas pessoas.

Grande abraço e sucesso em sua "jornada"
Thiago

aline naomi disse...

Thiago,

boa sorte no curso.

Estou quase no fim agora, "só" falta fazer o TCC e uma matéria. O tempo vai passar mais rápido do que você imagina e, quando você se der conta, já vai estar no final.

Se acontecer com você o mesmo que aconteceu comigo, no começo vai ser bem empolgante, mas, depois, cansativo e, por último, você só vai querer que o curso termine logo, pegar o diploma e investir em outros projetos (deixei suspensos alguns, porque não dava mais tempo ou porque não tinha dinheiro). Mas depois acho que vale a pena, porque ficamos com a FGV no currículo e isso pode abrir portas porque a marca é bem conceituada no mercado.

Abraços!