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sábado, 10 de novembro de 2012

Ainda em Rio Preto [merchan da cidade]

 Mesa de trabalho temporária no hotel

 Saí do Terminal Barra Funda, em São Paulo, às 9h, no dia 02/11, e cheguei em Rio Preto às 15h15 (6h15 de viagem, com uma parada de 30 minutos para irmos ao banheiro e almoçarmos). Fui com a empresa Cometa, que agora tem ônibus com poltronas confortáveis e ar-condicionado. Cheguei lá, descansei um pouco no Hotel Anajá e depois fui terminar um trabalho - é um "projeto secreto" (hoho) em que eu e a Isis estamos trabalhando.

Fiz questão de ficar no Hotel Anajá porque quando eu e minha mãe fomos para Rio Preto no começo de 1999 para fazer minha matrícula no Ibilce [Instituto de Biociências Letras e Ciências Exatas](alguns riopretenses não sabem direito e chamam de "Idilce", "Ibilcia" etc.), chegamos de madrugada e o taxista nos levou lá - é um hotel que fica quase ao lado da rodoviária, no centro da cidade, perto do calçadão e da represa, portanto, muito prático. E sempre que meus pais iam para Rio Preto me ver ficavam nesse hotel, e eu também cheguei a ficar lá algumas vezes depois de formada. É um lugar simples, mas muito organizado e limpo, os funcinários são simpáticos e tem um café da manhã caseiro muito gostoso (que é o mesmo pelo menos desde 1999) - gelatina, frutas, bolos, pão de queijo, ovos, frios... NHAM! O café está incluído no preço da diária e agora também tem internet wi-fi (cortesia) nos quartos. Gosto muito de lá e recomendo.

Vista noturna da ponte que fica na represa. Centro de São José do Rio Preto.

Mais tarde, fui encontrar a Isis Shinagawa [que eu costumava chamar de "Poderosa Isis" e agora só de "Iz"], uma amiga que eu só conhecia virtualmente e que vai se tornar uma grande tradutora - escrevam isso.

Fomos tomar água de coco e açaí e conversar na beira da represa, onde as pessoas costumam caminhar, correr ou simplesmente relaxar - teve uma época em que eu acordava umas 6h e ia caminhar lá antes de ir para a aula às 8h. É um dos pontos de encontro da cidade. E fiquei surpresa em saber que o "Coke Kaipe", um lugar com batidas maravilhosas, ainda existe. Eu costumava tomar bebidas de morango, champanhe e leite condensado ou de ameixa e leite condensado, batidas com bastante gelo lá. Dessa vez, tomamos açaí.

Refrigerantes locais

Na manhã seguinte, antes que a Li (Aline Storto) me pegasse no hotel para irmos à chácara onde aconteceu o reencontro, fui passear no calçadão (lotado), onde comprei esses refrigerantes feitos na cidade (o site da fábrica é este: http://www.cotuba.com/) para levar para a Yuri. Não é um pacto, mas sempre que vamos a lugares diferentes, provamos comidas e refrigerantes locais e, quando viajamos, trazemos bebidas diferentes uma para a outra ou pedimos para alguém trazer isso pra gente. Já mostrei alguns refrigerantes de Manaus aqui: Guaranás do Amazonas, direto da floresta.

Quando eu ia doar sangue no Hemocentro de Rio Preto, lembro que tinha umas comidinhas (bolachas, bolo, pão de queijo) e refrigerantes Arco-Íris à vontade para os doadores. Não sei se refrigerante é a melhor opção, mas, depois de doar sangue, recomendam tomar líquidos com mais açúcar que o normal para que o sangue doado (meio litro) seja reposto.

Para terminar, gostaria de citar a Buona Gente, a melhor pizzaria que já conheci na vida. Procurei pelo site, mas encontrei apenas este blogue falando dela: Pizzaria Buona Gente. As pizzas eram maravilhosas e vinham com coberturas bemmm generosas. Até hoje não encontrei nenhuma pizzaria que superasse a Buona Gente

Rio Preto é quente como o inferno (os nativos a chamam de "Hell Preto" - vejam que graça esta camiseta) e tem bem poucas atividades culturais, mas as pessoas são simpáticas, come-se bem e barato, as frutas são doces, os cachorros-quentes podem incluir carne moída ou frango ou os dois, além dos complementos comuns. [Será que no Ceará os cachorros-quentes têm a opção de vir com carne seca? Não seria legal? Cachorros-quentes regionais.]

2 comentários:

YURI.INUZUKI disse...

Acho que na Paraíba vai salsicha com carne moída. A Mari quando foi pra lá queria experimentar, mas tivemos um azar desgraçado pra tentar comer isso, rs. (pra variar, preguiça de logar)

aline naomi disse...

Ahh, com carne moída para mim é meio "normal", porque em Rio Preto tem! :) Se bem que talvez na Paraíba o tempero seja diferente *lombrigas*