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sexta-feira, 21 de dezembro de 2012

Visita à fábrica de chocolates Garoto

Dizem que hoje acontecerá o fim do mundo. E ontem, dia 20, foi meu aniversário - sou sagitariana fogo. Nesse mesmo dia, no ano passado, eu estava em Vitória, no Espírito Santo, porque eu queria porque queria visitar a fábrica de chocolates Garoto, que fica em Vila Velha, uma cidade ao lado da capital capixaba. Este ano, por conta do trabalho de tradução que estou fazendo, não fui viajar. Se não, ontem certamente estaria em algum lugar legal, talvez praia, talvez montanha, talvez uma cidade desconhecida.

Como não era permitido fotografar dentro da fábrica, essas são as duas fotos que trouxe da visita:

 Ponte que interliga duas partes da fábrica (embaixo tem uma avenida)

Eu e o Serenata de Amor, na entrada da fábrica

Primeiro, a Yuri, que foi comigo nessa viagem, telefonou lá para agendar a visita.

O agendamento é obrigatório, provavelmente para evitar tumulto, porque o número de visitantes que pode entrar por vez é limitado, talvez 20 ou 25, não lembro. E também pagamos uma taxa de visitação de R$ 10 por pessoa. Mais informações podem ser encontradas neste site: http://www.garoto.com.br/.

Não é permitido entrar com brincos, correntes, pulseiras e outros acessórios que possam cair no chocolate em alguma parte do processo - imagino que seja esse o motivo. Esses objetos ficam em um guarda-volumes. No início da visita, perguntam de onde viemos - ficaram surpresos ao saber que fomos de São Paulo para lá... -, vemos um vídeo sobre a fábrica e, depois nos dão um avental e uma touca descartáveis para que possamos entrar na fábrica e começar a tão esperada visita.

No dia em que fomos, ouvi um dos funcionários comentar para outra funcionária que um grupo de pessoas, provavelmente importante, estava aguardando, por isso a visita foi meio apressada, mesmo assim, valeu a pena. Transitamos pela fábrica e vimos como diversos tipos de chocolate são fabricados e embalados, como é o controle de qualidade etc. e, quase no fim, pudemos degustar alguns bombons e também ganhamos um chocolate "Batom" (barra) por pessoa.

Na frente da fábrica, há uma loja muito grande só de chocolates Garoto - os chocolates não são super mais baratos que o normal (os preços são só um pouco menores do que pagamos em São Paulo), mas alguns são meio difíceis de encontrar por aqui.

Eu não sabia se podia fotografar dentro da loja, por isso só tirei essa foto, que saiu meio borrada, dos chocolates que vêm nas caixas de bombons sortidos e que lá dá para comprar separadamente por quilo (adorei isso, comprei vários de banana e Mundy da embalagem azul):


Um detalhe: durante a visita, a monitora disse que a Garoto foi comprada pela Nestlé já faz uns bons anos - nunca tinha ouvido falar disso. Mas continuo achando a qualidade dos chocolates Garoto um pouco melhor do que os da Nestlé. E, por falar em Nestlé, uma das frustrações de criança que tenho é não ter visitado a fábrica da Nestlé em Caçapava, uma cidade que fica ao lado de São José dos Campos. Lembro que com uns 10 ou 11 anos cheguei a mandar carta (antes de existir e-mail, a comunicação era feita basicamente por carta ou telefone) e me responderam que eu precisaria juntar umas 20 pessoas, que era o mínimo, para fazer a visita. Desisti.

***

Uma frustração da viagem: só durante o voo de volta, vi em uma revista que OsGêmeos estavam com uma exposição LINDA em um museu em Vila Velha. Queria muito ter visto, porque amo a arte dos gêmeos que têm vários grafites em São Paulo.

Outra frustração já esperada: Vitória não tem nada - pelo menos, nada de muito marcante ou intenso para mim. Mesmo assim, demos umas voltas perto do hotel Ibis, onde ficamos, e tirei umas fotos:









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Apesar de não ter viajado nesse aniversário, ele foi igualmente bom.

Primeiro, fiquei sabendo que ganhei uma panela Wok e um livro de receitas da promoção dos Cogumelos Nayumi, sobre a qual postei outro dia. UAU! Pois é. A sorte sagitariana de ganhar uma panela mesmo sendo apenas uma aprendiz de cozinheira. Haha.

Fui cortar o cabelo em uma cabeleireira japonesa que a Yuri já conhecia e tirei mais ou menos um palmo de cabelo, pedi para repicar tudo. Meu visual passou de "romântica" (cabelo meio comprido) para "moderna" - agora só faltam tatuagens e piercings pelo corpo todo para completar o visual, haha.

Pieces of me die everyday...

Comecei a ler este livro, comprado em uma máquina de livros na estação Trianon-MASP por R$ 10, durante a espera (a Yuri também foi cortar cabelo e fazer depilação...):


Não sei quando terminarei de ler, mas gostei muito do que li por enquanto. E provavelmente escreverei algumas palavras quando terminar.

Almocei um bentô + Mupy:

 
Como ganhei ingresso para ver qualquer filme por R$ 2 na Reserva Cultural do Catraca Livre (eles têm essa promoção, em que dão ingressos por R$ 2 às quintas; a promoção se chama "Quinta em Cena"), fui ver o filme Infância Clandestina, baseado na história do próprio diretor argentino Benjamin Ávila, que mostra a experiência de ter pais guerrilheiros e uma vida "clandestina" no fim dos anos 1970, e gostei.

Terminei indo comer pizza com a Yuri em uma padaria muito boa perto de casa, a Paris. E ainda ganhei um tênis All Star com estampa de cupcakes que eu queria muito e um CD da Amy Winehouse (desde que li a biografia dela, escrita pelo pai, que eu queria o segundo CD).

Quando cheguei em casa, vi algumas mensagens da família e de alguns amigos no Facebook e foi bom lê-las. Também tinha um e-mail do meu pai. Com a minha mãe, já tinha falado à tarde.

Foi um dia cheio de pequenas coisas que me fizeram feliz, foi um dia perfeito. Então, pode vir o fim do mundo que for, que irei feliz. :)

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