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domingo, 3 de fevereiro de 2013

Marca-páginas - quem lê livros ama!


Para quem gosta de ler livros em papel, marca-páginas, em geral, são artigos bastante necessários. Eu os adoro e tenho vários.


Esse de origami foi minha tia Harumi que me deu há anos. É lindo! Às vezes vejo alguns parecidos para vender na feirinha de domingo da Liberdade.


Esses em forma de "papiro" comprei pelo site Mercado Livre no começo dos anos 2000. Alguns desses dei de presente para amigos leitores.



Esses marcadores diferentes, feitos em tecido e em forma de triângulo, para serem colocados na ponta das páginas, ganhei da Yuri. A amiga dela, a Erika, que faz. São bonitos e práticos! Quem quiser, pode comprar com ela pelo e-mail: omamori_arte@yahoo.com.


Esse marca-páginas com pequenos ímãs na parte inferior interna foi presente da Mila, de uma das viagens dela para o Rio, cidade que ela ama. A paisagem carioca foi pintada pelo artista capixaba Ernane Cortat e acho que ela comprou o presente na lojinha de souvenirs do Pão de Açúcar, porque está escrito "Pão de Açúcar SHOPS" na embalagem e no verso. Esse eu nunca usei porque tenho medo de perder!


Além do presente da Mila, tenho alguns outros marca-páginas imantados. O do Pequeno Príncipe eu comprei há anos na Tok & Stok de São José dos Campos (comprei dois pacotes e um deles "se foi" - dei, perdi ou estão no meio de algum livro). Esse do Munch e o do cachorro-quente (que veio na mesma embalagem de outro, com estampa de sushi [abaixo]) comprei ano passado na Fnac da Paulista. Eu tinha mais alguns da Livraria Cultura, mas eles também "se foram".

Nham! :)


Esse é um marca-páginas metálico que ganhei de uma tradutora em um encontro (Powwow) em Florianópolis em 2010. Achei elegante da parte da tal tradutora distribuir essa lembrança, pregada a um cartão, dentro de um envelope verde...


Se você foi uma criança dos anos 1980/90, provavelmente viu esses marca-páginas do Smilingüido [na época, o trema ainda existia!], uma formiguinha que era amiga das crianças que gostavam de Jesus, haha. Vendiam esse e outros produtos (também tive uma agenda do Smilingüido) em uma banca de produtos católicos perto da minha casa em São José dos Campos. Esses são de 1992, quando eu tinha 11 anos e tentei frequentar a catequese, que acabei abandonando pouco tempo depois - era chato e não fazia sentido.

Também tenho vários marca-páginas "comerciais":


1. "LEGALAS - Desenvolvimento e yoga no trabalho" [gosto de um dos pensamentos neste marcador: "Reaja inteligentemente mesmo a um tratamento não inteligente" ~Lao Tsé], que encontrei perdido em uma gaveta da editora em 2011;

2. Editora Unesp, que peguei na livraria da própria editora, na Praça da Sé, na época em que estava fazendo um curso na Universidade do Livro (em 2011); 

3. Marcador do Lótus Restaurante Vegetariano, cujos donos eram chineses e ficava perto do convênio odontológico onde eu trabalhava em São José dos Campos em 2007/2008 (a Luiza, uma das dentistas-auditoras, às vezes ia comigo lá para almoçar, embora meio contrariada porque um dia ela viu que um dos chineses que estavam no caixa tinha as unhas sujas - e ela, que também era nutricionista e já tinha trabalhado em restaurante industrial, deduziu que o chinês também devia cozinhar com aquelas unhas - mas eu continuava comendo lá mesmo assim). Nesse tem o pensamento de Confúcio: "Se não está de acordo com o respeito, não olhe, não ouça, não fale e não faça";

4. 51ª Feira do Livro de Porto Alegre - provavelmente foi presente de algum amigo que mora(va) lá e me mandou, mas não lembro quem; pesquisei e descobri que essa feira aconteceu em 2005;

5. Lembrança da profª de japonês do Kumon de São José dos Campos em 2007 ou 2008;

6. Maria Melancia. Comprei uma bolsa dessa marca há alguns anos na loja colaborativa Endossa no Centro Cultural São Paulo e ela veio com uma sacola retornável e esse marca-páginas. O site da Maria Melancia é este. Sou super a favor que as empresas façam etiquetas bonitas e úteis, como este marcador:


7. Peguei na mostra de filmes do John Waters no CineSESC da Augusta. A Flávia indicou o filme Pink Flamingos e descobri que John Waters não é para mim. Não sou tão delicada, mas não curto escatologias nonsense;

8. Propaganda de algum livro do Osho, pego em alguma livraria;

9. Marcador promocional da animação O gato do rabino, que peguei em um Festival de Cinema Judaico [sim, isso existe em São Paulo!], no clube Hebraica, em agosto do ano passado. Quando estreou no cinema, fui ver e achei bonitinho;

10. Propaganda de um livro do Paulo Coelho, O Zahir, que devo ter pego no balcão de alguma livraria [não, essa sugestão eu não acatei].


Esses marcadores da Torre do Tombo são tão bonitos! São partes da obra Rua de Delft, do pintor holandês Johannes Vermeer:

 
Se eu for para Amsterdã, preciso visitar este museu que tem algumas obras dele; para ver outras obras, clique aqui. O Vermeer também é autor de Moça com brinco de pérola (já viram o filme inspirado nessa obra? é lindo!, e o diretor também brinca com o jogo de luz e sombras usado pelo pintor) e também inspirou o livro/filme legalzinho Garota, interrompida (o título da obra do Vermeer é Garota, interrompida em sua música). A Torre do Tombo era/é (ainda existe, será?) um sebo em São José do Rio Preto, onde estudei Tradução, e vira e mexe, entre 1999 e 2002, eu comprava uns livros muito bons e baratos lá.


Esses são da Livraria Cultura. O do castelo é da loja "geek" deles, onde são vendidos livros e HQs supostamente para o público "nerd" e que fica no Conjunto Nacional e veio com a HQ Retalhos que a Yuri me deu ano passado. Não sei se ainda distribuem esses marca-páginas benfeitos, porque não compro lá há muito tempo e, desde que soube da demissão em massa para contratação de funcionários novos por um salário bem menor (leia mais aqui), fico com menos vontade ainda de comprar lá. Talvez seja bobagem, mas me sinto mal em ser conivente com empresas que, de uma hora para outra, despedem bons funcionários que trabalharam para elas há anos, sendo que outras medidas mais inteligentes e cabíveis poderiam ser tomadas - tenho certeza de que o pessoal de marketing teria ótimas ideias de campanhas para promover as vendas, por exemplo.

Por último, este estranho. Na verdade, era uma etiqueta de roupa da loja Marisa que eu transformei em marca-páginas:


Tenho esses vários marca-páginas, mas, às vezes, nenhum à mão, então coloco o primeiro papel (cartão, carta, folder de propaganda, conta do aluguel) dentro do livro quando preciso ser a "garota, interrompida em sua leitura". Aliás, há pouco tempo a Vanessa Barbara escreveu esse texto ótimo: Das coisas encontradas dentro de livros.

Se um dia quiserem me dar algo, podem me dar um marca-páginas, vou adorar. Ainda mais se vocês mesmos os fizerem. Ah, lembro que a amiga Luciana, que também ama livros, me deu um que ela fez, mas deve estar no meio de algum livro, por isso não foi fotografado... :)

2 comentários:

Lúcia H. disse...

Às vezes pensava: "Bacana é coleção de quê?" A prima Alice, colecionava (ou coleciona) de canecas (de cerveja, quentão, eventos...) e chaveiros. Achei a sua coleção de marcadores de páginas...BACANA!!! Muito diferente aquele que vai na quina da página. Criativo. Acho até que eu tinha bordado em feltro com seu nome (onde será que coloquei, se não te entreguei? Vou procurar...)

aline naomi disse...

Pior que nem considero exatamente coleção, tia! Hahaha... fui comprando, ganhando, pegando os marcadores e quando vi já tinha todos esses.
Eu acho que você me deu mesmo um de feltro e deve estar no meio de algum livro! Pelo menos tenho a imagem desse marcador na cabeça (acho que as bordas era em zigue-zague?).