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domingo, 13 de março de 2016

E o sábado já se foi num piscar de olhos

Hoje teve aula do curso de MBA em Book Publishing, por isso saí bem cedo de casa e só voltei quando o sol já tinha se posto faz tempo.


Estou gostando do curso, apesar de. Nem sei. Apesar de ser diferente, mais raso (?), que o MBA da FGV. Talvez por sermos a segunda turma e o curso não estar tão bem estruturado ainda. Mas sei que é injusto fazer comparações desse tipo, porque a FGV já tem uma tradição de anos, décadas, em cursos de Administração e MBA. Apesar disso, as aulas são interessantes e o contato com outras pessoas do mercado editorial ou que querem fazer parte dele é muito bacana. E o mais legal é que acabei, finalmente, conhecendo a Tati, que trabalha na editora Panini e com quem eu tinha contato apenas por e-mail/ blog - coincidentemente, ela também é japa, se formou em Tradução na Unesp (anos depois de mim) e o blog dela tem "Fragmentos" no nome. Também estou/ estamos fazendo amizade com a Mari(ane) e o Lucas, porque os dois se sentam na mesma mesa que nós. Vou escrever mais sobre as minhas impressões sobre o curso depois no Aline in Bookland.

Antes de ir pra casa, passei no Pão de Açúcar para comprar o jantar, porque estava cansada demais para cozinhar. Aliás, essa semana não consegui cozinhar nada! Amanhã queria fazer nhoque de batata, apesar de estar tentando emagrecer.

Além de evitar comida gordurosa e açúcar, voltei a fazer caminhadas de mais ou menos uma hora em dias de semana e de três horas nos fins de semana (em geral, vou caminhar no Parque Ibirapuera ou na Av. Paulista). Mas hoje me dei um descanso e não fui caminhar.

No começo do ano fiquei sabendo que outro conto que inscrevi num concurso foi selecionado para entrar numa antologia. Também fiquei sabendo que o concurso teve mais de 500 inscrições e o meu conto ficou entre os dez selecionados. Isso me impressionou. Mas não estou me "me achando" nem nada... Ainda tenho muito chão pela frente. Tanto que comecei a ler livros sobre escrita. Comprei uns vinte e estou lendo aos poucos. A maioria deles está nessas fotos:



Yoshi querendo se suicidar da pilha de livros...

Li O escritor e seus fantasmas, do Ernesto Sabato, e não gostei. O foco narrativo, da Ligia Chiappini Moraes Leite, é uma ótima introdução e também um bom resumo sobre o assunto. Agora, entre outros, estou lendo Oficina de criação literária, de Berenice Sica Lamas e Marli Marlene Hintz - estou indo aos poucos, porque as autoras contam como foi participar da oficina de criação literária do Assis Brasil, da qual também quero MUITO participar no ano que vem, e também quais foram as atividades do 1º semestre... estou fazendo essas atividades para treinar, mas sem ter feedback é difícil saber se estou progredindo ou não.


Na segunda quinzena de janeiro, recebi, por correio, o smartphone que ganhei no concurso da Fundação Dorina Nowill! Enrolei um pouco para trocar os chips do meu smartphone antigo por nanochips na Vivo e na Claro e, depois que comecei a usar o aparelho, fiquei maravilhada, porque é bem melhor do que o que eu tinha antes. No fim de semana passado comprei uma capa/bolsinha de uma artesã que vende os produtos dela na Av. Paulista e acho que foi a coisa mais útil que comprei esse ano:



Esse mês aconteceu outra coisa muito feliz: fui selecionada para participar do Programa Formativo para Tradutores Literários da Casa Guilherme de Almeida desse ano!! No dia em que ia sair o resultado eu estava muito apreensiva, porque o e-mail de aprovação não chegava. Só chegou umas 16h. Mas chegou! (Fico só imaginando quando chegar o dia da divulgação da lista de selecionados para a oficina do Assis Brasil 2017... vou ficar muito apreensiva também, porque quero muito, MUITO... e são só 15 vagas... e, imagino, as pessoas de Porto Alegre têm mil vezes mais chances que eu, mesmo que nem queiram tanto fazer a oficina...) A aula inaugural do curso de tradução literária será no dia 30/03. Depois terei aulas teóricas às terças e quartas à noite e de tradução de prosa em sábados alternados (algumas dessas aulas vão coincidir com o MBA, mas vou pra aula de tradução de manhã e pra aula do MBA só à tarde); optei por não fazer as aulas de tradução de poesia esse ano porque são no sábado, intercaladas com as aulas de tradução de prosa, e aí ficaria inviável conciliar tudo. Penso em fazer essas aulas nos próximos anos, embora não me interesse muito por tradução de poesia (porque não sou leitora de poesia/ a maioria dos poemas me dá tédio).

E o que mais?

Continuo com os freelas e gostando demais de trabalhar com texto.

Continuo na rotina de trabalho na editora. Rotina e alguns probleminhas.

Continuo inscrevendo contos em concursos e estou bastante animada para participar do Prêmio Off Flip, cujo prêmio é uma estadia de 3 dias + passeio de escuna com direito a acompanhante na Flip (Festa Literária Internacional de Paraty). Apesar de não ter tanta vontade de participar da Flip (não gosto da ideia de um monte de gente amontoada em pouco espaço, ainda que seja pela paixão pela leitura), adoro Paraty! Já tenho uma ideia e estou meio apaixonada pela personagem que criei, agora é "só" desenvolver o conto. E torcer para o conto se destacar de alguma forma. Se eu ganhar, falei para a Yuri ir comigo, se ela conseguir negociar uns dias de folga no trabalho dela. No meu, acho que consigo, porque, de uma forma ou de outra, a Flip tem uma ligação com o meu trabalho na editora.

Continuo lendo muito e também dormindo no ônibus. Há alguns dias terminei de ler Quarto, da Emma Donoghue, que  inspirou o filme O quarto de Jack. Uma amiga que está no Canadá viu esse filme há meses e havia recomendado - atualmente ele está em cartaz em São Paulo e pretendo ver em breve. Detalhe: a autora do livro é irlandesa, mas atualmente mora no Canadá. O livro é ótimo e falarei dele depois de assistir ao filme. Fui ver A garota dinamarquesa duas vezes, uma sozinha e a segunda vez com a Ana Igual, e também li o livro homônimo... mas, como já haviam me dito, a tradução está meio esquisita - quero escrever um post só sobre essa história, porque é fascinante. Li também cinco livros do André Kondo e quero escrever sobre eles em breve. 

Essas foram algumas leituras desde o começo do ano, 

Literatura variada

 Livros do André Kondo

Livros infantis (depois vou contar de onde saíram)

Mangás (o Sergio que me emprestou Feridas e Só você pode ouvir)

Continuo devendo respostas por e-mail para vários amigos. E também encontros pessoalmente.

Desde janeiro, estou com um post pendente sobre a exposição da Frida Kahlo, que fui ver ano passado no Instituto Tomie Ohtake, que preciso finalizar e postar. É porque tem quase cem fotos e preciso colocar legenda em todas ainda. Aliás, revi o filme Frida na semana passada; ela parece ter sido uma mulher incrível, o tipo de mulher que eu gostaria de ter conhecido. Coloquei a biografia dela na lista de livros que quero ler no Skoob, sendo que essa lista já tem mais de mil títulos até agora e só cresce. Minha meta de leitura esse ano é de 125 livros e HQs, dos quais já li 30. Vamos ver se consigo ler o restante até 31 de dezembro. Ano passado li 93 livros, incluindo literatura adulta, livros infantis e HQs. :)

Amanhã tem caminhada no Parque Ibirapuera, fazer feira, preparar nhoque de batata caseiro (parece superfácil), ir ao cinema ver O quarto de Jack, tem esta peça de teatro de bonecos japoneses que eu queria muito ver, mas não sei se vai dar e escrever o conto pro Prêmio OffFlip.

Então agora boa noite, bom dia.

2 comentários:

Karen disse...

Fico muito feliz em vê-la correndo atrás de seus sonhos, Aline! É assim mesmo, de passo em passo! Deve ser corrido, mas acho que vale muito a pena!

aline naomi disse...

Tem que correr atrás, né, Karen?! =) No máximo, vou quebrar a cara... de qualquer forma, não consigo ficar parada. Se não estou aprendendo algo todo dia talvez eu esteja emburrecendo todo dia (?) ou pelo menos tenho essa sensação.